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“Sabor” Louis Vuitton

27 jul

O artista plástico americano Andrew Lewicki29 anos, trouxe um novo conceito para o monograma da Louis Vuitton.  Ele criou uma máquina de waflle usando o símbolo da marca.  A peça não faz parte da marca francesa, nem está à venda; mas apenas para exposição.

Vai ter muita gente querendo transformar o café da manhã em “artigo de luxo”.

Fonte: The HuffPost

Arte & Louis Vuitton

29 jun

Conhecida por sua obsessão por padrões circulares “polka-dots” e símbolos fálicos, a obra de Yayoi Kusama é inconfundível e extremamente auto-referencial.  Prestes á completar 83 anos, continua ativa, inspiradora e com uma energia infinita.  O que levou Marc Jacobs a propor uma fusão entre o universo das artes plásticas e a moda.  

A partir de julho, Kusama terá sua arte estampada na Louis Vuitton. A coleção, chamada de “Infinitely Kusama“, trará roupas, bolsas, sapatos e acessórios com a icônica estampa de bolinhas, característica de suas obras.

Kusama foi uma das primeiras artistas a posar nua por meio de sua arte. Promoveu a liberação sexual da mulher e a beleza de seu corpo; seguido por uma geração de artistas mulheres.  Uma forma de discursar sobre a identidade feminina reprimida, sobretudo, a oriental.

Enquanto escrevo esse post penso em: identidade feminina, arte, moda, ícone, signo, símbolo… Imagino que uma breve análise das obras de Yayoi, juntamente com aspectos da vida e da cultura da artista, resultaria no mínimo num maravilhoso estudo sob o prisma da semiótica, da psicanálise e da filosofia. 

Uma das obras de Yayoi , Narcissus Garden, originalmente apresentada em 1966 para uma participação extra-oficial da artista na 33ª Bienal de Veneza, está instalada no Brasil, no Instituto de Arte Contemporânea, em Inhotim, Minas Gerais.   A nova versão da obra, evocando o mito de Narciso, que se encanta pela própria imagem projetada na superfície da água, reúne 500 esferas de aço inoxidável que flutuam sobre o espelho d’água criando formas que se diluem ou se condensam de acordo com o vento e outros fatores externos.  

Para os apreciadores de arte, Inhotim é maravilhoso.  Escrevi, um post há algum tempo sobre esse espaço, onde a arte estabelece um diálogo com a paisagem e a arquitetura do lugar.   Vale a pena ler

Instituto de Arte Contemporânea: Instalação “Narcisus Garden”

Yayoi Kusama

Asista o vídeo: Marc Jacobs e Yayoi Kusama

Foto: reprodução Louis Vuitton

Quanto mais quente melhor

19 jun

Anualmente, acontece em Sydney, Austrália, o The Rocks Aroma Festival que como o nome sugere é um evento para degustar café, chá, chocolate e especiarias.

Para criar essa obra incrível de Marilyn Monroe no filme “Some Like it Hot” (Quanto mais quente melhor) foram utilizados 5.200 copinhos de café, 68 litros de leite e 78 litros de café.

creditos: Simon Wright

Ficou curiosa? Assista o vídeo!

Simples assim…

12 jun

Feliz Dia dos Namorados!!!

Mini esculturas de dar água na boca

8 jun

Quando falamos em finger food o que provavelmente vem à mente são aquelas pequenas iguarias preparadas para comer com as mãos.   Em outras versões, esses deliciosos petiscos podem ser servidos em colherzinhas, palitinhos, copinhos dentre outros diminutivos e que formam a base para esse estilo de cardápio.  Mas para o talentoso artista de Israel Aaron Shay a expressão “finger food” parece ter ganhado uma nova dimensão.  

Já imaginou refeições inteiras que cabem na ponta do dedo?   Pois é, utilizando ferramentas extremamente delicadas Aaron consegue dar forma e textura às miniaturas de alimentos, incrivelmente realistas, usando argila de polímero em suas pequenas e incríveis esculturas.  

Incrível, não é mesmo?

Para mais imagens clique em Galeria de Aaron Shay

Homenagem a Vincent van Gogh

4 jun

Reprodução do auto-retrato do pintor Vincent van Gogh, em Nuenen, Holanda.

Já imaginou caminhar sobre uma obra de Vincent van Gogh ao ar livre?  Pois é, com a chegada do verão na Europa isso será possível.  Um retrato natural gigante em homenagem ao pintor holandês pós-impressisonista Vincent van Gogh está sendo criado na cidade de Nuenen, no sul da Holanda.  

A imagem de 68 metros de comprimento por 81 de largura composta de plantas, ervas, areia, madeira e cevada é uma homenagem dos habitantes da pequena cidade em que o artista viveu por dois anos , e que fica próxima ao moinho de vento Roosdonck” (também pintado por Vincent van Gogh).

Com a entrada da nova estação, a obra tende a adquir tons de amarelo…  Os turistas poderão, a partir de outubro, caminhar no meio dessa bela obra. 

Será esse um novo caminho para a apreciação da arte de um dos gênios da pintura?

100 Contemporary Architects

5 abr

Repensar a maneira como moramos e vivemos não deixa de ser um exercício diário. 

Uma simples troca de objetos, mudar a posição do sofá, repor novos tipos de flores na sala… são detalhes que nos permitem mudar a energia do ambiente.  Se formos além e usarmos a nossa criatividade para reformar um ambiente, pintar, modificar… certamente esse movimento trará a sensação de casa nova. 

Falando em casa nova, algumas delas são tão ousadas que chegam a confundir-se com obras de arte.  Tenho um amigo que é apaixonado por arte.  Por conta disso, ele começou a construir imprimindo em seus projetos materiais e formas inusitadas.  Não deixa de ser uma forma de expressar novas ideias e experimentar novos conceitos.

Partindo dessa premissa, a editora alemã Taschen lançou o livro: “100 Contemporary Architects”.  São imagens de casas inovadoras que tornaram-se muito mais do que um lugar para morar.   Os projetos foram selecionados pelo historiador e economista Philip Jodidio, reconhecido internacionalmente por suas obras sobre arquitetura comtemporânea.

A lista inclui projetos de 4 brasileiros:  

  • Marcio Kogan, Salvador
  • Bernardes + Jacobsen – CF House, Angra dos Reis
  • Simas and Grinspum – Pier House, Paraty
  • Marcio Acayaba – Casa Acayaba, Guarujá/São Paulo

Bernardes/Jacobsen

Bernardes/Jacobsen

Marcos Acayaba

Olson Kundig

Imagem: Taschen

imagem: Taschen

Fica a dica!

Tricô: uma releitura

31 out

A avó de cabelos brancos, sentada na cadeira de balanço, fazendo tricô representa o arquétipo do amor, carinho, acolhimento familiar.  Essa imagen clássica do tricô abriu espaço para mulheres mais jovens, com cabelos e roupas da moda e redatoras de blogs;  que marcam encontros em lugares charmosos na cidade para convivência e troca.

Tricotar aprimora a concentração aumentando a interação entre o lado direito e o esquerdo do cérebro, além de desenvolver a motricidade fina que mais tarde poderá ser muito solicitada.  Um exercício de resolução de problemas e lógica. 

Essa “nova” atividade tem atraído uma geração de mulheres que defendem o resgate de trabalhos manuais em geral, mantendo vivo esse conhecimento, outras encontram motivação na moda; e há as que encaram o tricotar como uma transgressão contra o consumismo exagerado, leia-se DIY (do it yourself)

A sensação de produzir algo é poderosa.  Uma das coisas que me move. 

A vida é feita de movimento criativo e construtivo.  Isso vale para tudo.  Das pequenas coisas do dia-a-dia às grandes decisões.  Porém, é preciso estar atenta aos “sinais da vida”.  Pois nem sempre receberemos em casa “uma caixinha de presente, com um laço de fita”   (a não ser a Glossy Box, mesmo assim, como “moeda de troca”)

Efetivamente, só caminhamos quando de fato estamos conscientes dos nossos passos.  Estar consciente é olhar o agora. 

O melhor indicador do nível de consciência é a maneira como lidamos com os desafios da vida.  Podemos nos valer de um desafio para nos acordar para a vida ou para permitir que ele nos empurre para um sono ainda mais profundo…às vezes, beirando o “pesadelo”.

Quantas pessoas ao nosso redor conduzem suas vidas inconscientemente?  Como poderão ser capazes de permanecer conscientes quando alguma coisa vai mal?  Portanto, é fundamental colocar mais consciência diante de situações comuns; quando tudo está bem.  É assim que se aumenta nossa percepção na vida.

Um novelo de lã e duas agulhas de tricô; esses foram os meus sinais… Em uma manhã ensolarada de um sábado tranqüilo, no litoral sul de São Paulo, sentada na varanda da casa da minha mãe, eu, como aprendiz…ela me ensinou os primeiros pontos.  Me permiti entender o que até então parecia um “emaranhado” de fios. 

Pontos, laçadas, carreiras e à espera demandam uma paciência que muitas vezes é preciso ter diante dos desafios que a vida nos apresenta, um excelente exercício mental.  Além de relaxar e estimular a criatividade. 

Num período em que estamos tão voltados para as solicitações externas. tricotar nos ajuda a nos conectar com nós mesmos.  Considero qualquer atividade que nos faça desacelerar e olhar para dentro como atos terapêuticos: tricotar, cozinhar, jardinar, meditar. 

No tricô, por exemplo, quando cometemos um erro em algum ponto podemos desmanchar e recomeçar de novo.  Mas, como tudo na vida, é preciso aceitar que alguns “pontos” não podem ser mudados. 

Aprender a lidar com as imperfeições também faz parte do nosso aprendizado de vida.   

Curiosidade:

Tricô-arte pelas ruas.  Esses grupos investem nas intervenções urbanas decorando as cidades e seus monumentos envolvendo árvores, postes, semáforos, carros…com peças feitas de lã.

Arte: Inspiração

30 jun

Roberto Ruiz - flickr

” A arte é o homem adicionado à natureza” – Vincent Van Gogh

Imagem: Sul da Espanha

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