Fórum CLAUDIA pela Mulher Brasileira

27 mar

O Fórum CLAUDIA reuniu hoje, em São Paulo, mulheres interessadas em: Como transformar sonhos em conquistas?

Paula Mageste, diretora de redação de CLAUDIA abriu o evento, convidando para o debate a atriz Mônica Martelli, a antropóloga Miriam Goldberg e a jornalista Cynthia de Almeida .

Todas nós temos sonhos.  Alguns são mais fácies de realizar que outros.  Porém, é imprescindível sonhar, estabelecer objetivos para que tenhamos sempre o prazer da realização. 

E se não conseguimos realizar um determinado sonho?  Monica Martelli, em um depoimento emocionado contou do sonho de ser mãe.  Após, três tentativas de  gravidez sem sucesso, decidiu dar outro rumo para sua vida. “Precisei entender os sinais que a vida estava me dando.” Foi quando escreveu a peça “Os homens são de marte…e é para lá que eu vou”.    A partir desse novo enfoque, a vida dela melhorou em todos os sentidos.  Hoje, aos 43, ela conseguiu realizar o sonho de ser mãe de Júlia, 2 anos.

Nem sempre as coisas acontecem como agente quer.   É preciso aceitar a possibilidade de novos caminhos para a realização dos nossos sonhos.  Se for preciso, mude o caminho, resignifique sua vida dando a ela um novo sentido. 

Segundo, Cynthia Almeida, há uma tendência nos EUA de que as mulheres querem ser sustentadas pelos maridos e cuidar dos filhos.   Eu interpreto isso como um “desejo” por uma vida mais significativa, do que propriamente, um retrocesso.  É o desejo de fazer algo que dê mais prazer, do que exercer uma atividade profissional muitas vezes pouco gratificante.  Ser mãe, cuidar dos filhos, por exemplo, dá um prazer imediato.

Alguém disse que “a mulher Brasileira sonha em ser leve, estar sorridente e raramente briga”.  Para nós mulheres que temos uma série de atribuições diárias, ser leve todo tempo é praticamente impossível.   Como disse Monica, “As mulheres são mais chatas, reclamam mais, tem mais responsabilidades dentro de casa, no trabalho e com a família…e por isso são mais interessantes.”

Com o passar dos anos, comentou a antropóloga Miriam Goldberg, as mulheres se libertam das exigências da vida, só então se sentem livres para fazer o que quiserem.  A mulher mais feliz, completou, é a mulher na faixa dos 65 anos.  É quando o foco muda do outro para ela mesma: “o meu prazer, os meus sonhos.”

A mulher precisa ser ela mesma com seus defeitos e qualidades.  Sonhar sempre e, se preciso for, reelaborar seus sonhos, para que por um caminho ou por outro encontre um canal para a sua realização.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: